 |
 |
| Mapa
da Eslováquia |
A Eslováquia tornou-se numa nação independente
em 1 de Janeiro de 1993, após a divisão pacífica
da Checoeslováquia na sequência do fim da Guerra Fria
e da queda do Muro de Berlim.
A Eslováquia ocupa uma superfície de 49.036 km2 e
tem uma população de 5.380.000 habitantes. A capital
é Bratislava. A língua oficial é eslovaco e
a moeda é a coroa eslovaca, pelo menos até à
integração no Euro.
O país é montanhoso e as estâncias de Inverno
nas Montanhas Ore e Carpathian estão a crescer em popularidade.
Além do turismo, também a agricultura e a industria
são actividades essenciais.
O território é dominado pelas Montanhas Ore na região
central e pelas Carpathian na fronteira norte com a República
Checa e Polónia. O pico mais elevado do país é
o Monte Gerlachovsky Stit com 2.655 m, nos Cárpatos.
O Rio Danúbio é um factor fundamental na sua passagem
pela capital Bratislava.
Século VII - Os eslovacos expulsam os Celtas que habitavam
o espaço do seu actual território.
Século IX - A Eslováquia passa a fazer parte da Grande
Morávia, que inclui áreas que pertencem actualmente
à Polónia, Hungria e República Checa. O Império
Morávio desfez-se no século X e os eslovacos são
subjugados pelos húngaros.
Em 1536, são integrados no Império Romano-Germânico,
governado pelos Habsburgos, que se transforma posteriormente no
Império Austro-Húngaro.
1918 - A derrota do Império Austro-Húngaro na Primeira
Guerra Mundial (1914/18) possibilitou a declaração
de independência dos eslavos e checos, que se unem em 1918
para formar a Checoslováquia. A Constituição
do novo Estado não contemplava, no entanto, a proposta dos
eslovacos de um Estado Federal que lhes salvaguardasse a autonomia
eslovaca.
1938 - Em Outubro, quando o acordo de Munique cede à Alemanha
as áreas da Checoslováquia de população
alemã (os Sudetas), os nacionalistas eslovacos proclamam
um Governo autónomo, com sede em Bratislava.
1939 - em Março, a Alemanha invade as regiões checas.
A Eslováquia forma então um país separado,
sob a tutela alemã e com um regime pró-nazi, chefiado
pelo bispo católico Josef Tiso.
1945 - Com a derrota nazista da II Guerra Mundial, o exército
soviético, incluindo contingentes checoslovacos, liberta
o País. Os eslovacos concordam então em recriar a
Checoslováquia com base na absoluta igualdade entre os dois
povos.
1948 - Com os comunistas no poder, a Eslováquia volta a
ser submetida a um Estado centralizado sob a hegemonia checa e,
a partir daí, torna-se um estado-satélite de Moscovo.
1955 - A Checoslováquia torna-se membro do Pacto de Varsóvia.
O regime comunista silencia as reivindicações de autonomia,
que só voltam ao de cima com as reformas liberalizantes do
secretário geral do Partido comunista, Alexandre Dubcek,
um eslavo.
1968 - A Invasão soviética põe fim a essse
período, denominado "Primavera de Praga".
1989 - Checos e eslovacos participam na Revolução
de Veludo, assim chamada pela maneira suave como decorreram o derrube
do regime e o restabelecimento da democracia.
1990 - Os principais líderes da Eslováquia começam
a reivindicar mais autonomia. A Assembleia Federal altera o nome
do país para República Federal Checa e Eslovaca e
Vaclav Havel é eleito para um segundo mandado de dois anos.
As tensões relativamente à questão da autoridade
do Governo federal sobre os Governos das duas regiões continuam.
1992 - Vladimir Meciar, um partidário da separação,
vence as eleições e é interpretado como um
voto pelo fim da Checoslováquia.
Independência:
1993 - No dia 1 de Janeiro, é criada a República da
Eslováquia, independente pela primeira vez havia treze séculos.
Economicamente, as coisas foram mais duras para a Eslováquia,
país com menos recursos. A República Checa e a Eslováquia
assinaram acordos que estabelecem uma união aduaneira, bem
como uma total liberdade de circulação de capitais
e bens.
topo
|